Os 11 mandamentos do BTT

19 06 2007

Como amante e praticante de BTT lembrei-me de publicar o meu primeiro post dedicado a este tema. Para os que pensavam que por aqui só havia informação sobre Tecnologia e mais especificamente sobre Linux e Ubuntu, aproveito para lembrar que neste blogue publico “tudo o que me der na telha” 🙂

Para começar deixo-vos algumas linhas de orientação filosófica associadas ao ciclismo de montanha a que alguém resolveu chamar de:

Os 11 mandamentos do BTT

1 – Ceder a passagem a outros transeuntes não motorizados.

2 – Abrandar à proximidade de pedestres e cavaleiros, ultrapassá-los com precaução após os haver prevenido.

3 – Controlar a velocidade nas passagens sem visibilidade.

4 – Circular nos trilhos para evitar destruir a vegetação sobretudo em Parques e Zona Protegidas e evitar passar sobre culturas.

5 – Passar à distância de animais selvagens e não enervar os domésticos.

6 – Jamais deitar detritos no solo. Conservá-los até ao próximo caixote de lixo. Advertir quem assim não proceda.

7 – Respeitar a propriedade privada e pública.

8 – Aprender a rolar em autonomia total. Preparar o seu itinerário, prover a sua alimentação, saber efectuar reparações.

9 – Nunca sair só para uma incursão em terreno desconhecido. Deixar informações acerca do seu itinerário aos que ficam.

10 – Saber, em todas as ocasiões, estar de forma discreta e amável.

11 – Usar o capacete a fim de se proteger, em todas as circunstâncias.

Boas pedaladas…

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Os 11 mandamentos do BTT

19 06 2007

Como amante e praticante de BTT lembrei-me de publicar o meu primeiro post dedicado a este tema. Para os que pensavam que por aqui só havia informação sobre Tecnologia e mais especificamente sobre Linux e Ubuntu, aproveito para lembrar que neste blogue publico “tudo o que me der na telha” 🙂

Para começar deixo-vos algumas linhas de orientação filosófica associadas ao ciclismo de montanha a que alguém resolveu chamar de:

Os 11 mandamentos do BTT

1 – Ceder a passagem a outros transeuntes não motorizados.

2 – Abrandar à proximidade de pedestres e cavaleiros, ultrapassá-los com precaução após os haver prevenido.

3 – Controlar a velocidade nas passagens sem visibilidade.

4 – Circular nos trilhos para evitar destruir a vegetação sobretudo em Parques e Zona Protegidas e evitar passar sobre culturas.

5 – Passar à distância de animais selvagens e não enervar os domésticos.

6 – Jamais deitar detritos no solo. Conservá-los até ao próximo caixote de lixo. Advertir quem assim não proceda.

7 – Respeitar a propriedade privada e pública.

8 – Aprender a rolar em autonomia total. Preparar o seu itinerário, prover a sua alimentação, saber efectuar reparações.

9 – Nunca sair só para uma incursão em terreno desconhecido. Deixar informações acerca do seu itinerário aos que ficam.

10 – Saber, em todas as ocasiões, estar de forma discreta e amável.

11 – Usar o capacete a fim de se proteger, em todas as circunstâncias.

Boas pedaladas…





Configurando a rede no Linux via linha de comando

18 06 2007

Autor: Rafael Siqueira Telles Vieira
 

Configurando a rede no Linux via linha de comando

Eu sempre tive dificuldade em configurar a rede no Linux, seja qual fosse a distribuição. Hoje já mais experiente, tenho alguns conhecimentos que poderiam ter sido muito úteis caso alguém tivesse me contado mais cedo.

Tentando ajudar você, que está arrancando os cabelos para configurar a rede no Linux, não fique careca ainda, pois aqui vão algumas dicas.

Configurando a Rede no Linux via linha de comando

Bem, seja qual for o ambiente gráfico que você use ou distribuição, existem comandos do próprio sistema GNU/Linux que são comuns a todas elas, deste modo exporei aqui como usar elas para configurar rapidamente sua interface de rede.

Para configurar uma rede, você precisa de 4 elementos IP, máscara da rede, gateway e DNS.

Configuração automática

Se você souber esses dados é fácil, se não souber ou quiser detectá-los automaticamente você pode usar o comando:

# dhcpcd
ou
# dhcpcd ethX

(onde X é o número de sua interface de rede, caso você possua mais de uma placa de rede)

Configuração manual

Para configurar manualmente você precisa apenas dos comandos ifconfig (define as configurações da sua placa de rede) e route (controla o roteamento de pacotes, como os dados saem da sua rede).

Antes de mais nada, vamos ver se sua placa de rede foi reconhecida pelo Linux.

Para ver se sua placa está ativa digite:

# ifconfig

Para ver se o sistema a reconheceu:

# lspci
ou
# lsusb

(se sua placa for usb)

Procure pela palavra “Ethernet”, normalmente ou similar:

# ifconfig -a

Se o seu sistema detectou sua placa de rede, ela deve aparecer listada seja pelo lspci/lsusb ou ifconfig.

Para configurar a rede, vejamos a sintaxe dos comandos que usaremos e em seguida darei um exemplo prático.

ifconfig [identificador da placa de rede] [IP] netmask [IP mask] up

route add default gw [IP]

OBS: Existem outros meios para fazer tais operações de configuração com o route e o ifconfig, para isso leia o manual de tais comandos.

Exemplo prático

Vamos supor que eu tenha uma rede com 3 computadores, 1 sendo o gateway do meu sistema, que possui, claro, duas placas de rede.

IPs dos 3 computadores: 10.0.0.1 , 10.0.0.2, 10.0.0.3
Máscara: 255.255.0.0
DNS: 200.192.168.1
Gateway: 10.0.0.1

1° PC

No terminal como root:

# ifconfig eth0 10.0.0.3 netmask 255.255.0.0 up
# route add default gw 10.0.0.1

2° PC

No terminal como root:

# ifconfig eth0 10.0.0.2 netmask 255.255.0.0 up
# route add default gw 10.0.0.1

3° PC – Gateway com duas placas de rede

No terminal como root:

# ifconfig eth0 10.0.0.1 netmask 255.255.0.0 up
# ifconfig eth1 200.17.11.1 netmask 255.255.255.0 up

# route add default gw 10.0.0.1 eth0
# route add default gw 200.17.11.2 eth1

Por último, para configurar o DNS, edite o arquivo /etc/resolv.conf de cada máquina e preencha da seguinte maneira:

nameserver 200.192.168.1

Repare que você pode configurar infinitos DNS, tantos quantos queira 🙂

Para adicionar mais um por exemplo, só adicionamos 1 linha:

nameserver 200.192.168.1
nameserver 200.128.68.20

Muito bem? Espero que ninguém mais tenha dificuldades em configurar uma rede no Linux com isso 🙂

PS: Se você estava era querendo saber como configurar a rede via conexão discada com o modem no Linux e chegou aqui por acaso, um bom lugar para começar é linmodems.org. Lá há grande chances que você encontre o drive para seu modem por lá.

Grande abraço e boa sorte.

Fonte: VOL





Configurando a rede no Linux via linha de comando

18 06 2007

Autor: Rafael Siqueira Telles Vieira
 

Configurando a rede no Linux via linha de comando

Eu sempre tive dificuldade em configurar a rede no Linux, seja qual fosse a distribuição. Hoje já mais experiente, tenho alguns conhecimentos que poderiam ter sido muito úteis caso alguém tivesse me contado mais cedo.

Tentando ajudar você, que está arrancando os cabelos para configurar a rede no Linux, não fique careca ainda, pois aqui vão algumas dicas.

Configurando a Rede no Linux via linha de comando

Bem, seja qual for o ambiente gráfico que você use ou distribuição, existem comandos do próprio sistema GNU/Linux que são comuns a todas elas, deste modo exporei aqui como usar elas para configurar rapidamente sua interface de rede.

Para configurar uma rede, você precisa de 4 elementos IP, máscara da rede, gateway e DNS.

Configuração automática

Se você souber esses dados é fácil, se não souber ou quiser detectá-los automaticamente você pode usar o comando:

# dhcpcd
ou
# dhcpcd ethX

(onde X é o número de sua interface de rede, caso você possua mais de uma placa de rede)

Configuração manual

Para configurar manualmente você precisa apenas dos comandos ifconfig (define as configurações da sua placa de rede) e route (controla o roteamento de pacotes, como os dados saem da sua rede).

Antes de mais nada, vamos ver se sua placa de rede foi reconhecida pelo Linux.

Para ver se sua placa está ativa digite:

# ifconfig

Para ver se o sistema a reconheceu:

# lspci
ou
# lsusb

(se sua placa for usb)

Procure pela palavra “Ethernet”, normalmente ou similar:

# ifconfig -a

Se o seu sistema detectou sua placa de rede, ela deve aparecer listada seja pelo lspci/lsusb ou ifconfig.

Para configurar a rede, vejamos a sintaxe dos comandos que usaremos e em seguida darei um exemplo prático.

ifconfig [identificador da placa de rede] [IP] netmask [IP mask] up

route add default gw [IP]

OBS: Existem outros meios para fazer tais operações de configuração com o route e o ifconfig, para isso leia o manual de tais comandos.

Exemplo prático

Vamos supor que eu tenha uma rede com 3 computadores, 1 sendo o gateway do meu sistema, que possui, claro, duas placas de rede.

IPs dos 3 computadores: 10.0.0.1 , 10.0.0.2, 10.0.0.3
Máscara: 255.255.0.0
DNS: 200.192.168.1
Gateway: 10.0.0.1

1° PC

No terminal como root:

# ifconfig eth0 10.0.0.3 netmask 255.255.0.0 up
# route add default gw 10.0.0.1

2° PC

No terminal como root:

# ifconfig eth0 10.0.0.2 netmask 255.255.0.0 up
# route add default gw 10.0.0.1

3° PC – Gateway com duas placas de rede

No terminal como root:

# ifconfig eth0 10.0.0.1 netmask 255.255.0.0 up
# ifconfig eth1 200.17.11.1 netmask 255.255.255.0 up

# route add default gw 10.0.0.1 eth0
# route add default gw 200.17.11.2 eth1

Por último, para configurar o DNS, edite o arquivo /etc/resolv.conf de cada máquina e preencha da seguinte maneira:

nameserver 200.192.168.1

Repare que você pode configurar infinitos DNS, tantos quantos queira 🙂

Para adicionar mais um por exemplo, só adicionamos 1 linha:

nameserver 200.192.168.1
nameserver 200.128.68.20

Muito bem? Espero que ninguém mais tenha dificuldades em configurar uma rede no Linux com isso 🙂

PS: Se você estava era querendo saber como configurar a rede via conexão discada com o modem no Linux e chegou aqui por acaso, um bom lugar para começar é linmodems.org. Lá há grande chances que você encontre o drive para seu modem por lá.

Grande abraço e boa sorte.

Fonte: VOL





Elephants Dream – 1º Filme "Livre"

14 06 2007

Fantástico filme Elephants Dream: o primeiro filme no mundo feito de forma totalmente livre, feito integralmente com Software Livre como o Blender, com o filme e todos os ficheiros da produção disponíveis on-line para poderem ser utilizados, sob a licença Creative Commons Attribution.

Este pequeno filme foi criado pelo estúdio Orange Open Movie Project em Amsterdão durante 2005/2006, reunindo uma equipa diversificada de artistas e criadores de todas as partes do mundo.

É permitido o download, em várias qualidades, AVI, MPEG4 / AC3 5.1 Surround, QuickTime, H.264 / AAC Stereo, em várias resoluções (1920, 1024, 720, 480), DVD Extras e Disk Images. Inclusive existe para PlayStation Portable, iPod video e .3gp mobile phone. O filme também poderá ter legendas e menus em português de Portugal.

Página oficial do projecto: http://www.elephantsdream.org/
Fazer Download do Filme: http://orange.blender.org/download





Elephants Dream – 1º Filme "Livre"

14 06 2007

Fantástico filme Elephants Dream: o primeiro filme no mundo feito de forma totalmente livre, feito integralmente com Software Livre como o Blender, com o filme e todos os ficheiros da produção disponíveis on-line para poderem ser utilizados, sob a licença Creative Commons Attribution.

Este pequeno filme foi criado pelo estúdio Orange Open Movie Project em Amsterdão durante 2005/2006, reunindo uma equipa diversificada de artistas e criadores de todas as partes do mundo.

É permitido o download, em várias qualidades, AVI, MPEG4 / AC3 5.1 Surround, QuickTime, H.264 / AAC Stereo, em várias resoluções (1920, 1024, 720, 480), DVD Extras e Disk Images. Inclusive existe para PlayStation Portable, iPod video e .3gp mobile phone. O filme também poderá ter legendas e menus em português de Portugal.

Página oficial do projecto: http://www.elephantsdream.org/
Fazer Download do Filme: http://orange.blender.org/download





Linux Mint, um Ubuntu de Menta

11 06 2007



Linux Mint, um Ubuntu completo

-Epá, o Ubuntu tem aquelas cores assim pró castanho, ….não sei, não gosto…, além disso, se um gajo quiser usar o KDE em vez do Gnome, tem que o instalar à parte, não tá bem, né? E mais! Um gajo quer ouvir uns mp3, ver uns xvid, quer flashs e outras merdas assim, como faz? Ou instalo à unha, que é difícil ou instalo o “automagitix” ou lá como se diz e depois tenho de instalar o resto, o que é difícil na mesma! Ná, ná, Ubuntu não é para mim! Isso é para aqueles tipos que vivem prós computadores, pra mim não…

-Ok, já vi que és do tipo “não-tenho-vagar” também conhecido por tipo “preguiçoso”, e tenho a solução para ti! Imagina uma distro assim fácil de usar como o Ubuntu, baseada nos seus pacotes e repositórios podendo se dizer que é 98% Ubuntu! As cores castanhas foram substituídas pelas azuis, embora tenha o tema original do Ubuntu. Já vem com os codecs mp3, e essas coisinhas que não gostas de instalar, e tens ambos os ambientes: KDE e Gnome! E ainda vem com uns extras! Interessa? Se sim, eis o Linux Mint!

Fonte: Tux Vermelho