Glubble – Crianças Seguras com Firefox

29 06 2007

Glubble

Cada vez mais aumenta a preocupação dos pais quando tem filhos que usam a Internet, são imensos os perigos para as crianças. Este plugin para o navegador Firefox é uma mais-valia para reduzir as preocupações dos pais.

Glubble:
Crianças seguras com o FirefoxA Glaxter desenvolveu um software que, através de plug-ins no Firefox, contribui para que as crianças naveguem de forma segura na Web.

Chama-se Glubble (de global bubble) este novo software da Glaxter, criado com o objectivo de possibilitar aos pais um maior controlo do uso que os seus filhos fazem da Internet.

Trata-se essencialmente de um programa em que se coloca uma lista de sites pré-aprovados para cada browser, bem como o nome das pessoas com que as crianças podem falar.

Concebido para menores de 12 anos, esta extensão filtra também outros sites, mantendo os tipos de configurações pré-definidas para pais e filhos.

Pode-se, desde já, fazer o download grátis do Glubble, que contém uma versão do Google que indica apenas como resultados de procura os endereços de sites pré-aprovados.

Página: http://www.glubble.com/
Download Glubble: http://www.glubble.com/download/glubble.xpi
Download Firefox: https://www.mozilla.com/





Instalar UbuntuStudio em Portátil tunning

27 06 2007

O título do post não é muito esclarecedor mas eu sou 🙂
Passo a descrever o que se passou:
Ontem fui instalar o UbuntuStudio a casa de um amigo porque ele trabalha com música e adora criar musica com misturadores, efeitos e outras cenas mais técnicas que me ultrapassam mas cujo resultado final fica muito agradável de ouvir… tem talento o meu amigo “XC”. Antes de ir lá a casa ele perguntou-me o tempo que iria demorar, ao que eu respondi: “mais ou menos uma hora já a contar com imprevistos, porque instalar demora uns 20 minutinhos apenas”. Mas surgiu um imprevisto que não consegui ultrapassar. O “XC” tinha o monitor do portatil partido devido a uma queda da cama, acontece 😦
Ele trabalhava com o portatil e com um monitor de 15″ CRT ligado por cabo. Acontece que o visor do portatil só permitia ver uns cantinhos do ecrã e para instalar o Ubuntu eu tinha de conseguir ver o que estava a fazer e para meu azar não consegui mudar as definições para que a imagem fosse transferida para o monitor CRT.
Conclusão.. desisti! O “XC” vai continuar a usar o XP para trabalhar e no XP só conseguiu configurar o monitor externo porque na altura ainda era possivel ver mais umas coisas no monitor do portátil, mas com o tempo o liquido espalhou-se e agora restam apenas uns centimetros dispersos em que se pode ver alguma coisa, mas não o suficiente para ir às configurações do Ubuntu.
Foi uma situação nova para mim, mas desta vez não venci o desafio para variar :))
Nota:
a imagem deste post não é a do portátil em questão




Instalar UbuntuStudio em Portátil tunning

27 06 2007

O título do post não é muito esclarecedor mas eu sou 🙂
Passo a descrever o que se passou:
Ontem fui instalar o UbuntuStudio a casa de um amigo porque ele trabalha com música e adora criar musica com misturadores, efeitos e outras cenas mais técnicas que me ultrapassam mas cujo resultado final fica muito agradável de ouvir… tem talento o meu amigo “XC”. Antes de ir lá a casa ele perguntou-me o tempo que iria demorar, ao que eu respondi: “mais ou menos uma hora já a contar com imprevistos, porque instalar demora uns 20 minutinhos apenas”. Mas surgiu um imprevisto que não consegui ultrapassar. O “XC” tinha o monitor do portatil partido devido a uma queda da cama, acontece 😦
Ele trabalhava com o portatil e com um monitor de 15″ CRT ligado por cabo. Acontece que o visor do portatil só permitia ver uns cantinhos do ecrã e para instalar o Ubuntu eu tinha de conseguir ver o que estava a fazer e para meu azar não consegui mudar as definições para que a imagem fosse transferida para o monitor CRT.
Conclusão.. desisti! O “XC” vai continuar a usar o XP para trabalhar e no XP só conseguiu configurar o monitor externo porque na altura ainda era possivel ver mais umas coisas no monitor do portátil, mas com o tempo o liquido espalhou-se e agora restam apenas uns centimetros dispersos em que se pode ver alguma coisa, mas não o suficiente para ir às configurações do Ubuntu.
Foi uma situação nova para mim, mas desta vez não venci o desafio para variar :))
Nota:
a imagem deste post não é a do portátil em questão




Aliviar a /home, para os utilizadores do Nautilus

25 06 2007


Encontrei mais uma excelente dica no Tux Vermelho e como me foi util partilho convosco:

Andava a desconfiar que o espaço ocupado pela minha /home andava a aumentar constantemente, devagar mas sempre a aumentar. É certo que os muitos mails que para aqui tenho armazenados, ajudam muito a que isso aconteça, mas…
Então é assim, fica novamente aqui a dica para quem usa o Gnome, especialmente toda essa malta do Ubuntu:
—————————————————-
find ~/.thumbnails -type f -atime +7 -exec rm {} \;
—————————————————-
É que o Nautilus vai armazenando os thumbnails todos e ao fim duns meses, já começa a pesar! Já tinha mais de 400MB à conta, e tu?




Aliviar a /home, para os utilizadores do Nautilus

25 06 2007


Encontrei mais uma excelente dica no Tux Vermelho e como me foi util partilho convosco:

Andava a desconfiar que o espaço ocupado pela minha /home andava a aumentar constantemente, devagar mas sempre a aumentar. É certo que os muitos mails que para aqui tenho armazenados, ajudam muito a que isso aconteça, mas…
Então é assim, fica novamente aqui a dica para quem usa o Gnome, especialmente toda essa malta do Ubuntu:
—————————————————-
find ~/.thumbnails -type f -atime +7 -exec rm {} \;
—————————————————-
É que o Nautilus vai armazenando os thumbnails todos e ao fim duns meses, já começa a pesar! Já tinha mais de 400MB à conta, e tu?




Configurando a rede no Linux via linha de comando

18 06 2007

Autor: Rafael Siqueira Telles Vieira
 

Configurando a rede no Linux via linha de comando

Eu sempre tive dificuldade em configurar a rede no Linux, seja qual fosse a distribuição. Hoje já mais experiente, tenho alguns conhecimentos que poderiam ter sido muito úteis caso alguém tivesse me contado mais cedo.

Tentando ajudar você, que está arrancando os cabelos para configurar a rede no Linux, não fique careca ainda, pois aqui vão algumas dicas.

Configurando a Rede no Linux via linha de comando

Bem, seja qual for o ambiente gráfico que você use ou distribuição, existem comandos do próprio sistema GNU/Linux que são comuns a todas elas, deste modo exporei aqui como usar elas para configurar rapidamente sua interface de rede.

Para configurar uma rede, você precisa de 4 elementos IP, máscara da rede, gateway e DNS.

Configuração automática

Se você souber esses dados é fácil, se não souber ou quiser detectá-los automaticamente você pode usar o comando:

# dhcpcd
ou
# dhcpcd ethX

(onde X é o número de sua interface de rede, caso você possua mais de uma placa de rede)

Configuração manual

Para configurar manualmente você precisa apenas dos comandos ifconfig (define as configurações da sua placa de rede) e route (controla o roteamento de pacotes, como os dados saem da sua rede).

Antes de mais nada, vamos ver se sua placa de rede foi reconhecida pelo Linux.

Para ver se sua placa está ativa digite:

# ifconfig

Para ver se o sistema a reconheceu:

# lspci
ou
# lsusb

(se sua placa for usb)

Procure pela palavra “Ethernet”, normalmente ou similar:

# ifconfig -a

Se o seu sistema detectou sua placa de rede, ela deve aparecer listada seja pelo lspci/lsusb ou ifconfig.

Para configurar a rede, vejamos a sintaxe dos comandos que usaremos e em seguida darei um exemplo prático.

ifconfig [identificador da placa de rede] [IP] netmask [IP mask] up

route add default gw [IP]

OBS: Existem outros meios para fazer tais operações de configuração com o route e o ifconfig, para isso leia o manual de tais comandos.

Exemplo prático

Vamos supor que eu tenha uma rede com 3 computadores, 1 sendo o gateway do meu sistema, que possui, claro, duas placas de rede.

IPs dos 3 computadores: 10.0.0.1 , 10.0.0.2, 10.0.0.3
Máscara: 255.255.0.0
DNS: 200.192.168.1
Gateway: 10.0.0.1

1° PC

No terminal como root:

# ifconfig eth0 10.0.0.3 netmask 255.255.0.0 up
# route add default gw 10.0.0.1

2° PC

No terminal como root:

# ifconfig eth0 10.0.0.2 netmask 255.255.0.0 up
# route add default gw 10.0.0.1

3° PC – Gateway com duas placas de rede

No terminal como root:

# ifconfig eth0 10.0.0.1 netmask 255.255.0.0 up
# ifconfig eth1 200.17.11.1 netmask 255.255.255.0 up

# route add default gw 10.0.0.1 eth0
# route add default gw 200.17.11.2 eth1

Por último, para configurar o DNS, edite o arquivo /etc/resolv.conf de cada máquina e preencha da seguinte maneira:

nameserver 200.192.168.1

Repare que você pode configurar infinitos DNS, tantos quantos queira 🙂

Para adicionar mais um por exemplo, só adicionamos 1 linha:

nameserver 200.192.168.1
nameserver 200.128.68.20

Muito bem? Espero que ninguém mais tenha dificuldades em configurar uma rede no Linux com isso 🙂

PS: Se você estava era querendo saber como configurar a rede via conexão discada com o modem no Linux e chegou aqui por acaso, um bom lugar para começar é linmodems.org. Lá há grande chances que você encontre o drive para seu modem por lá.

Grande abraço e boa sorte.

Fonte: VOL





Configurando a rede no Linux via linha de comando

18 06 2007

Autor: Rafael Siqueira Telles Vieira
 

Configurando a rede no Linux via linha de comando

Eu sempre tive dificuldade em configurar a rede no Linux, seja qual fosse a distribuição. Hoje já mais experiente, tenho alguns conhecimentos que poderiam ter sido muito úteis caso alguém tivesse me contado mais cedo.

Tentando ajudar você, que está arrancando os cabelos para configurar a rede no Linux, não fique careca ainda, pois aqui vão algumas dicas.

Configurando a Rede no Linux via linha de comando

Bem, seja qual for o ambiente gráfico que você use ou distribuição, existem comandos do próprio sistema GNU/Linux que são comuns a todas elas, deste modo exporei aqui como usar elas para configurar rapidamente sua interface de rede.

Para configurar uma rede, você precisa de 4 elementos IP, máscara da rede, gateway e DNS.

Configuração automática

Se você souber esses dados é fácil, se não souber ou quiser detectá-los automaticamente você pode usar o comando:

# dhcpcd
ou
# dhcpcd ethX

(onde X é o número de sua interface de rede, caso você possua mais de uma placa de rede)

Configuração manual

Para configurar manualmente você precisa apenas dos comandos ifconfig (define as configurações da sua placa de rede) e route (controla o roteamento de pacotes, como os dados saem da sua rede).

Antes de mais nada, vamos ver se sua placa de rede foi reconhecida pelo Linux.

Para ver se sua placa está ativa digite:

# ifconfig

Para ver se o sistema a reconheceu:

# lspci
ou
# lsusb

(se sua placa for usb)

Procure pela palavra “Ethernet”, normalmente ou similar:

# ifconfig -a

Se o seu sistema detectou sua placa de rede, ela deve aparecer listada seja pelo lspci/lsusb ou ifconfig.

Para configurar a rede, vejamos a sintaxe dos comandos que usaremos e em seguida darei um exemplo prático.

ifconfig [identificador da placa de rede] [IP] netmask [IP mask] up

route add default gw [IP]

OBS: Existem outros meios para fazer tais operações de configuração com o route e o ifconfig, para isso leia o manual de tais comandos.

Exemplo prático

Vamos supor que eu tenha uma rede com 3 computadores, 1 sendo o gateway do meu sistema, que possui, claro, duas placas de rede.

IPs dos 3 computadores: 10.0.0.1 , 10.0.0.2, 10.0.0.3
Máscara: 255.255.0.0
DNS: 200.192.168.1
Gateway: 10.0.0.1

1° PC

No terminal como root:

# ifconfig eth0 10.0.0.3 netmask 255.255.0.0 up
# route add default gw 10.0.0.1

2° PC

No terminal como root:

# ifconfig eth0 10.0.0.2 netmask 255.255.0.0 up
# route add default gw 10.0.0.1

3° PC – Gateway com duas placas de rede

No terminal como root:

# ifconfig eth0 10.0.0.1 netmask 255.255.0.0 up
# ifconfig eth1 200.17.11.1 netmask 255.255.255.0 up

# route add default gw 10.0.0.1 eth0
# route add default gw 200.17.11.2 eth1

Por último, para configurar o DNS, edite o arquivo /etc/resolv.conf de cada máquina e preencha da seguinte maneira:

nameserver 200.192.168.1

Repare que você pode configurar infinitos DNS, tantos quantos queira 🙂

Para adicionar mais um por exemplo, só adicionamos 1 linha:

nameserver 200.192.168.1
nameserver 200.128.68.20

Muito bem? Espero que ninguém mais tenha dificuldades em configurar uma rede no Linux com isso 🙂

PS: Se você estava era querendo saber como configurar a rede via conexão discada com o modem no Linux e chegou aqui por acaso, um bom lugar para começar é linmodems.org. Lá há grande chances que você encontre o drive para seu modem por lá.

Grande abraço e boa sorte.

Fonte: VOL