Modem ADSL Sagem no Ubuntu

30 05 2007

Sagem F@st 800 com Ubuntu 6.10 “Edgy Eft”

Utilizadores da versão 6.10 do ubuntu,
 
Fazer o download da coisa: ueagle1.0.1.sh
 
Extrair e correr o script:
 
“sudo sh ueagle1.0.1.sh”

 Resultado

Da primeira vez, e aqui suponho que seja uma clean install do edgy, corremos do passo 1 ao passo 5.
Com updates á imagem do kernel é só correr o passo 4.
Esperamos que a luz do modem pare de piscar.

Verificamos se o modem carregou o firmware sem problemas:


dmesg
 
Depois em principio é só ligar:
sudo adsl start
 
Para desligar:
sudo adsl stop
 
Outros comandos:
 
sudo adsl restart
sudo adsl reload
(recarrega o modulo ueagle-atm)

Não tem nada que saber.

Versão para Ubuntu 7.04 “Feisty Fawn”:
 

Basicamente a mesma coisa, mas com ficheiro diferente. Link: ueagle-feisty.sh
E sim, ainda é um shellscript:

 Resultado

Referência: http://atm.eagle-usb.org/wakka.php

 





Modem ADSL Sagem no Ubuntu

30 05 2007

Sagem F@st 800 com Ubuntu 6.10 “Edgy Eft”

Utilizadores da versão 6.10 do ubuntu,
 
Fazer o download da coisa: ueagle1.0.1.sh
 
Extrair e correr o script:
 
“sudo sh ueagle1.0.1.sh”

 Resultado

Da primeira vez, e aqui suponho que seja uma clean install do edgy, corremos do passo 1 ao passo 5.
Com updates á imagem do kernel é só correr o passo 4.
Esperamos que a luz do modem pare de piscar.

Verificamos se o modem carregou o firmware sem problemas:


dmesg
 
Depois em principio é só ligar:
sudo adsl start
 
Para desligar:
sudo adsl stop
 
Outros comandos:
 
sudo adsl restart
sudo adsl reload
(recarrega o modulo ueagle-atm)

Não tem nada que saber.

Versão para Ubuntu 7.04 “Feisty Fawn”:
 

Basicamente a mesma coisa, mas com ficheiro diferente. Link: ueagle-feisty.sh
E sim, ainda é um shellscript:

 Resultado

Referência: http://atm.eagle-usb.org/wakka.php

 





Checkinstall criando pacotes DEB

29 05 2007

Criando pacotes a partir dos fontes com o checkinstall

Dicas do Guia do Hardware

Todas as distribuições incluem um conjunto generoso de pacotes, seja diretamente nos CDs de instalação, seja em repositórios disponíveis via web. Mesmo assim, muitos drivers e softwares não estão disponíveis nos repositórios e precisam ser instalados manualmente a partir do código fonte. O checkinstall facilita esta tarefa, gerando um pacote .deb, .tgz ou .rpm com o software pré-compilado, que pode ser instalado usando o gerenciador de pacotes de cada distribuição.

Por:
Carlos E. Morimoto
03/04/2005

Todas as distribuições incluem um conjunto generoso de pacotes, seja diretamente nos CDs de instalação, seja em repositórios disponíveis via web. Os repositórios oficiais do Debian, por exemplo, combinados com o repositório non-free e mais alguns repositórios não oficiais podem facilmente oferecer mais de 22.000 pacotes diferentes.

Mesmo assim, muitos drivers e softwares não estão disponíveis nos repositórios e precisam ser instalados manualmente a partir do código fonte. O checkinstall facilita esta tarefa, principalmente se você precisa instalar o mesmo software em várias máquinas ou quer distribuí-lo para amigos, gerando um pacote .deb, .tgz ou .rpm com o software pré-compilado, que pode ser instalado usando o gerenciador de pacotes de cada distribuição.

Para usá-lo, comece instalando o pacote usando o apt-get, urpmi, yun ou outro gerenciador de pacotes usado na sua distribuição. Ele é um pacote bastante comum, que vem incluído em todas as principais distribuições. No Debian por exemplo bastaria um:

# apt-get install checkinstall

O funcionamento do checkinstall é simples. Ao instalar qualquer pacote a partir do pacote com o fonte, substitua o comando ” make install” pelo comando apropriado do checkinstall. Onde:

# checkinstall -D

(gera um pacote .deb, para distribuições derivadas do Debian)

# checkinstall -R

(gera um pacote .rpm, que pode ser usado em distribuições derivadas do Red Hat)

# checkinstall -S

(gera um pacote .tgz, do Slackware)

Por exemplo, para gerar um pacote contendo os módulos e utilitários do driver para modems 537EP, disponível no http://linmodems.technion.ac.il/packages/ os comandos seriam:

$ tar -zxvf intel-537EP-2.60.80.0.tgz
$ cd intel-537EP-2.60.80.0/
$ make clean
$ make 537
# checkinstall -D

Lembre-se que o checkinstall deve ser sempre executado como root. Ele vai gerar o pacote, salvando-o no diretório a partir de onde foi chamado (/home/kurumin/intel-537EP-2.60.80.0/intel-537ep-2.60.80.0_2.60.80.0-1_i386.deb no meu caso) e em seguida instalá-lo na sua máquina.

Durante a geração do pacote, ele fará algumas perguntas, a fim de gerar o arquivo de controle que contém informações como o mantenedor do pacote (você no caso), uma descrição do pacote (um texto de poucas linhas explicando o que ele faz) e a versão.

Ao gerar seus próprios pacotes, você pode ter problemas de instalação, caso seu pacote inclua algum arquivo que também existe em outro pacote, gerando erros como:

(Lendo banco de dados … 68608 arquivos e diretórios atualmente instalados.)
Descompactando intel-537ep-2.60.80.0 (de …/intel-537ep-2.60.80.0_2.60.80.0-1_i386.deb ) …
dpkg: erro processando /home/kurumin/intel-537EP-2.60.80.0/intel-537ep-2.60.80.0_2.60.80.0-1_i386.deb (–install):
tentando sobrescrever `/lib/modules/2.6.8.1-kanotix-10/modules.usbmap’, que também está no pacote qemu
dpkg-deb: subprocesso paste morto por sinal (Broken pipe)
Erros foram encontrados durante processamento de:
/home/kurumin/intel-537EP-2.60.80.0/intel-537ep-2.60.80.0_2.60.80.0-1_i386.deb

Nestes casos você pode modificar o pacote, para não incluir o arquivo. Desinstalar o outro pacote com quem ele conflita (o qemu no caso) ou, caso perceba que é um problema benigno, que não trará maiores conseqüências, forçar a instalação do seu pacote, para que ele subscreva o arquivo usado por outro.

No caso de um pacote .deb, o comando para forçar a instalação seria:

# dpkg -i –force-all pacote.deb

No caso de um pacote do .rpm, o comando seria:

# rpm -iv –replacefiles pacote.rpm

ou:

# rpm -iv –force pacote.rpm

Existem algumas limitações gerais com pacotes pré-compilados, que você deve levar em consideração.

Em primeiro lugar, o pacote gerado foi compilado para a sua máquina e para a distribuição atualmente em uso. Não existe garantia que o mesmo pacote vai funcionar para distribuições diferentes, mesmo que elas utilizem o mesmo padrão de pacotes.

No caso de pacotes contendo drivers, como o driver para modems 537EP que usei no exemplo, é gerado um módulo pré-compilado, que vai funcionar apenas em distribuições que utilizem a mesma versão do Kernel. Ou seja, basicamente apenas na mesma versão da mesma distribuição que você está usando. Não adianta compilar um pacote no Mandrake 10.2 e esperar que ele funcione no Slackware 11 por exemplo.

Dica:
O Ubuntu é baseado em Debian. Crie pacotes “.DEB” e depois basta fazer duplo clique em no nome do ficheiro.deb para o executar.

Fonte: Guia do Hardware





Checkinstall criando pacotes DEB

29 05 2007

Criando pacotes a partir dos fontes com o checkinstall

Dicas do Guia do Hardware

Todas as distribuições incluem um conjunto generoso de pacotes, seja diretamente nos CDs de instalação, seja em repositórios disponíveis via web. Mesmo assim, muitos drivers e softwares não estão disponíveis nos repositórios e precisam ser instalados manualmente a partir do código fonte. O checkinstall facilita esta tarefa, gerando um pacote .deb, .tgz ou .rpm com o software pré-compilado, que pode ser instalado usando o gerenciador de pacotes de cada distribuição.

Por:
Carlos E. Morimoto
03/04/2005

Todas as distribuições incluem um conjunto generoso de pacotes, seja diretamente nos CDs de instalação, seja em repositórios disponíveis via web. Os repositórios oficiais do Debian, por exemplo, combinados com o repositório non-free e mais alguns repositórios não oficiais podem facilmente oferecer mais de 22.000 pacotes diferentes.

Mesmo assim, muitos drivers e softwares não estão disponíveis nos repositórios e precisam ser instalados manualmente a partir do código fonte. O checkinstall facilita esta tarefa, principalmente se você precisa instalar o mesmo software em várias máquinas ou quer distribuí-lo para amigos, gerando um pacote .deb, .tgz ou .rpm com o software pré-compilado, que pode ser instalado usando o gerenciador de pacotes de cada distribuição.

Para usá-lo, comece instalando o pacote usando o apt-get, urpmi, yun ou outro gerenciador de pacotes usado na sua distribuição. Ele é um pacote bastante comum, que vem incluído em todas as principais distribuições. No Debian por exemplo bastaria um:

# apt-get install checkinstall

O funcionamento do checkinstall é simples. Ao instalar qualquer pacote a partir do pacote com o fonte, substitua o comando ” make install” pelo comando apropriado do checkinstall. Onde:

# checkinstall -D

(gera um pacote .deb, para distribuições derivadas do Debian)

# checkinstall -R

(gera um pacote .rpm, que pode ser usado em distribuições derivadas do Red Hat)

# checkinstall -S

(gera um pacote .tgz, do Slackware)

Por exemplo, para gerar um pacote contendo os módulos e utilitários do driver para modems 537EP, disponível no http://linmodems.technion.ac.il/packages/ os comandos seriam:

$ tar -zxvf intel-537EP-2.60.80.0.tgz
$ cd intel-537EP-2.60.80.0/
$ make clean
$ make 537
# checkinstall -D

Lembre-se que o checkinstall deve ser sempre executado como root. Ele vai gerar o pacote, salvando-o no diretório a partir de onde foi chamado (/home/kurumin/intel-537EP-2.60.80.0/intel-537ep-2.60.80.0_2.60.80.0-1_i386.deb no meu caso) e em seguida instalá-lo na sua máquina.

Durante a geração do pacote, ele fará algumas perguntas, a fim de gerar o arquivo de controle que contém informações como o mantenedor do pacote (você no caso), uma descrição do pacote (um texto de poucas linhas explicando o que ele faz) e a versão.

Ao gerar seus próprios pacotes, você pode ter problemas de instalação, caso seu pacote inclua algum arquivo que também existe em outro pacote, gerando erros como:

(Lendo banco de dados … 68608 arquivos e diretórios atualmente instalados.)
Descompactando intel-537ep-2.60.80.0 (de …/intel-537ep-2.60.80.0_2.60.80.0-1_i386.deb ) …
dpkg: erro processando /home/kurumin/intel-537EP-2.60.80.0/intel-537ep-2.60.80.0_2.60.80.0-1_i386.deb (–install):
tentando sobrescrever `/lib/modules/2.6.8.1-kanotix-10/modules.usbmap’, que também está no pacote qemu
dpkg-deb: subprocesso paste morto por sinal (Broken pipe)
Erros foram encontrados durante processamento de:
/home/kurumin/intel-537EP-2.60.80.0/intel-537ep-2.60.80.0_2.60.80.0-1_i386.deb

Nestes casos você pode modificar o pacote, para não incluir o arquivo. Desinstalar o outro pacote com quem ele conflita (o qemu no caso) ou, caso perceba que é um problema benigno, que não trará maiores conseqüências, forçar a instalação do seu pacote, para que ele subscreva o arquivo usado por outro.

No caso de um pacote .deb, o comando para forçar a instalação seria:

# dpkg -i –force-all pacote.deb

No caso de um pacote do .rpm, o comando seria:

# rpm -iv –replacefiles pacote.rpm

ou:

# rpm -iv –force pacote.rpm

Existem algumas limitações gerais com pacotes pré-compilados, que você deve levar em consideração.

Em primeiro lugar, o pacote gerado foi compilado para a sua máquina e para a distribuição atualmente em uso. Não existe garantia que o mesmo pacote vai funcionar para distribuições diferentes, mesmo que elas utilizem o mesmo padrão de pacotes.

No caso de pacotes contendo drivers, como o driver para modems 537EP que usei no exemplo, é gerado um módulo pré-compilado, que vai funcionar apenas em distribuições que utilizem a mesma versão do Kernel. Ou seja, basicamente apenas na mesma versão da mesma distribuição que você está usando. Não adianta compilar um pacote no Mandrake 10.2 e esperar que ele funcione no Slackware 11 por exemplo.

Dica:
O Ubuntu é baseado em Debian. Crie pacotes “.DEB” e depois basta fazer duplo clique em no nome do ficheiro.deb para o executar.

Fonte: Guia do Hardware





Velox no Ubuntu

26 05 2007

https://i2.wp.com/www.amazonia.com.br/amazon/velox/imagens/fundo.jpg

Em resposta a uma pergunta do “Bearguy” publico este post com as instruções para instalar velox no Ubuntu. Este é dos poucos posts que não posso testar a sua funcionalidade porque velox é usado no Brasil e por cá (Portugal) não existe. Mas tenho esperança de que isto ajude:

A tecnologia evoluiu, os cable modems e modems ADSL com roteador embutido são cada vez mais comuns, e em muitos casos a configuração default das melhores distribuições Linux para desktop conseguem ativar o acesso sozinhas. Caso o seu modem não seja roteado proceda do seguinte modo:

No terminal digite:
$ sudo pppoeconf

Responda sim para as perguntas, depois você coloca:
ddd+n°do mailto:telefone@telemar.com.brse você for usuário empresaria, caso você possua um provedor coloque telefone@provedor.com.br e a senha é o ddd+n°do telefone caso seja empresarial ou sua senha normal caso use provedor.

Ex.: Empresarial (7131234567@telemar.com.br) e Senha (7131234567)
Residencial (7131234567@provedor.com.br) e senha ( sua senha)

Colaboração: Gueba





Velox no Ubuntu

26 05 2007

https://i2.wp.com/www.amazonia.com.br/amazon/velox/imagens/fundo.jpg

Em resposta a uma pergunta do “Bearguy” publico este post com as instruções para instalar velox no Ubuntu. Este é dos poucos posts que não posso testar a sua funcionalidade porque velox é usado no Brasil e por cá (Portugal) não existe. Mas tenho esperança de que isto ajude:

A tecnologia evoluiu, os cable modems e modems ADSL com roteador embutido são cada vez mais comuns, e em muitos casos a configuração default das melhores distribuições Linux para desktop conseguem ativar o acesso sozinhas. Caso o seu modem não seja roteado proceda do seguinte modo:

No terminal digite:
$ sudo pppoeconf

Responda sim para as perguntas, depois você coloca:
ddd+n°do mailto:telefone@telemar.com.brse você for usuário empresaria, caso você possua um provedor coloque telefone@provedor.com.br e a senha é o ddd+n°do telefone caso seja empresarial ou sua senha normal caso use provedor.

Ex.: Empresarial (7131234567@telemar.com.br) e Senha (7131234567)
Residencial (7131234567@provedor.com.br) e senha ( sua senha)

Colaboração: Gueba





Ubuntu em discos SATA

24 05 2007

Este artigo do Peopleware já me ajudou a instalar o Ubuntu na máquina de um amigo que possui um disco SATA. Sabia que para instalar o XP precisava de uma disquete para reconhecer o disco SATA mas no Ubuntu não é necessário nada disso, basta apenas seguir uns pequenos passos.. ei-los:

Fonte: www.pplware.com

“Vítor, sou um leitor assíduo do pplware e já reparei que das umas boas ajudas. Estou a tentar instalar um sistema operativo linux (já tentei várias distribuições) num disco SATA, mas deparo-me sempre com o mesmo problema o SO não detecta o disco SATA.
Será que me podes dar uma ajuda???
Hugo” 

Caro Hugo, daqui quem te escreve não é o Vitor, mas sim o Pedro. Não vais notar muita diferença pois trocaste um cromo por outro igual ou pior. Não é normal existirem problemas desses nas instalações de linux. Por norma as diferentes distribuições vêm preparadas para detectar os discos (e restante hardware) e instalar em qualquer tipo de discos. Mas como sempre não acredito em sistemas perfeitos. E para subverter os dogmas cá estão os utilizadores. Mas deixemo-nos de contemplações pseudo-filosoficas e passemos à questão que colocaste. Vou ser sincero, nunca me tinha aparecido tal dúvida. É como te disse, ou é com RAID, ou sem, mas é criar as partições em cima do que o linux detectar na instalação.

 

Mas resolvi investigar um pouco no google, de onde se consegue tirar quase tudo, e consegui reunir alguma informação que espero ser útil.

Em primeiro lugar deves escolher uma distribuição recente e com suporte anunciado para SATA. O exemplo que vou dar abaixo funciona em Ubuntu, mas penso que deverá ser possível “estender” esta receita a outras distribuições.

Em primeiro lugar mete um live cd (Ubuntu naturalmente) e numa shell executa o seguinte comando:
sudo fdisk -l
Algures no resultado deves ter uma linha referente ao SDA (disco SATA).

Exemplo:
Disk /dev/sda: 203.9 GB, 203928109056 bytes255 heads, 63 sectors/track, 24792 cylinders

Units = cylinders of 16065 * 512 = 8225280 bytes

Device Boot Start End Blocks Id System

/dev/sda1 * 1 5099 40957686 7 HPFS/NTFS

/dev/sda2 5100 6315 9767520 93 Amoeba

/dev/sda3 6316 6923 4883760 83 Linux

/dev/sda4 6924 24792 143532742+ 5 Extended

/dev/sda5 6924 7531 4883728+ 83 Linux

/dev/sda6 7532 8139 4883728+ 83 Linux

/dev/sda7 8140 8747 4883728+ 83 Linux

/dev/sda8 8748 9355 4883728+ 83 Linux

/dev/sda9 9356 9963 4883728+ 83 Linux

/dev/sda10 9964 10571 4883728+ 83 Linux

/dev/sda11 10572 11179 4883728+ a9 NetBSD

/dev/sda12 11180 11787 4883728+ 83 Linux

/dev/sda13 * 11788 12395 4883728+ 83 Linux

/dev/sda14 12396 23916 92542401 1c Hidden W95 FAT32 (LBA)

/dev/sda15 23917 24792 7036438+ 83 Linux
_______________________________
Caso apenas te apareça informação referente a HDA então o teu disco não é reconhecido pelo Ubuntu. Nesse caso então deves fazer o seguinte:

Reinicias o Ubuntu e no arranque, onde decides o que fazer, carregas na tecla F6, para adicionares à linha de boot o seguinte parâmetro: pci=nomsi ao final da linha.

 

É aqui que a magia acontece. Após isto o Ubuntu arranca e podes proceder à instalação sem problemas.

 

No final dessa instalação é necessário adicionar de forma permanente o pci=nomsi ao arranque do Ubuntu. Para isso deves fazer o seguinte:
sudo gedit /boot/grub/menu.lst
Metes a password de root que definiste e será aberto um ficheiro para edição. Atenção ao que é adicionado/removido deste ficheiro pois é aqui que são feitas a definições de boot e em caso de asneira, adeus Ubuntu (pelo menos essa instalação).

 

Deves procurar uma linha com o seguinte:
kernel /boot/vmlinux-2.16.17.10-generic root=/dev/sda1 ro quiet splash
(ou algo parecido) e adiciona pci-nomsi ao final da linha. Deverá ficar algo como:
kernel /boot/vmlinux- 2.16.17.10-generic root=/dev/sda1 ro quiet splash pci=nomsi
Grava e está pronto. Da próxima vez que o Ubuntu for iniciado já vem com a magia feita.

Parte desta informação foi recolhida daqui e a restante daqui

Voltando um pouco atrás. Caso o teu disco SATA não seja reconhecido desta forma então prevejo-te sérios problemas, mas não te quero alarmar. Quase tudo tem solução e ainda para mais neste nosso meio.

Caros leitores, depois deste longo texto e desta possível solução, fica aberta a “via” para que contribuam com as vossas experiências. Já passaram por isto? Como o resolveram? Links, imagens e tudo o que possa ajudar o Hugo (e todos os outros Hugos que têm problemas) serão bem vindos!

Aguardo as vossas opiniões e dicas.

Obrigado.

Pedro Simões

 Fonte: http://www.pplware.com