Glubble – Crianças Seguras com Firefox

29 06 2007

Glubble

Cada vez mais aumenta a preocupação dos pais quando tem filhos que usam a Internet, são imensos os perigos para as crianças. Este plugin para o navegador Firefox é uma mais-valia para reduzir as preocupações dos pais.

Glubble:
Crianças seguras com o FirefoxA Glaxter desenvolveu um software que, através de plug-ins no Firefox, contribui para que as crianças naveguem de forma segura na Web.

Chama-se Glubble (de global bubble) este novo software da Glaxter, criado com o objectivo de possibilitar aos pais um maior controlo do uso que os seus filhos fazem da Internet.

Trata-se essencialmente de um programa em que se coloca uma lista de sites pré-aprovados para cada browser, bem como o nome das pessoas com que as crianças podem falar.

Concebido para menores de 12 anos, esta extensão filtra também outros sites, mantendo os tipos de configurações pré-definidas para pais e filhos.

Pode-se, desde já, fazer o download grátis do Glubble, que contém uma versão do Google que indica apenas como resultados de procura os endereços de sites pré-aprovados.

Página: http://www.glubble.com/
Download Glubble: http://www.glubble.com/download/glubble.xpi
Download Firefox: https://www.mozilla.com/





Aliviar a /home, para os utilizadores do Nautilus

25 06 2007


Encontrei mais uma excelente dica no Tux Vermelho e como me foi util partilho convosco:

Andava a desconfiar que o espaço ocupado pela minha /home andava a aumentar constantemente, devagar mas sempre a aumentar. É certo que os muitos mails que para aqui tenho armazenados, ajudam muito a que isso aconteça, mas…
Então é assim, fica novamente aqui a dica para quem usa o Gnome, especialmente toda essa malta do Ubuntu:
—————————————————-
find ~/.thumbnails -type f -atime +7 -exec rm {} \;
—————————————————-
É que o Nautilus vai armazenando os thumbnails todos e ao fim duns meses, já começa a pesar! Já tinha mais de 400MB à conta, e tu?




Aliviar a /home, para os utilizadores do Nautilus

25 06 2007


Encontrei mais uma excelente dica no Tux Vermelho e como me foi util partilho convosco:

Andava a desconfiar que o espaço ocupado pela minha /home andava a aumentar constantemente, devagar mas sempre a aumentar. É certo que os muitos mails que para aqui tenho armazenados, ajudam muito a que isso aconteça, mas…
Então é assim, fica novamente aqui a dica para quem usa o Gnome, especialmente toda essa malta do Ubuntu:
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find ~/.thumbnails -type f -atime +7 -exec rm {} \;
—————————————————-
É que o Nautilus vai armazenando os thumbnails todos e ao fim duns meses, já começa a pesar! Já tinha mais de 400MB à conta, e tu?




Configurando a rede no Linux via linha de comando

18 06 2007

Autor: Rafael Siqueira Telles Vieira
 

Configurando a rede no Linux via linha de comando

Eu sempre tive dificuldade em configurar a rede no Linux, seja qual fosse a distribuição. Hoje já mais experiente, tenho alguns conhecimentos que poderiam ter sido muito úteis caso alguém tivesse me contado mais cedo.

Tentando ajudar você, que está arrancando os cabelos para configurar a rede no Linux, não fique careca ainda, pois aqui vão algumas dicas.

Configurando a Rede no Linux via linha de comando

Bem, seja qual for o ambiente gráfico que você use ou distribuição, existem comandos do próprio sistema GNU/Linux que são comuns a todas elas, deste modo exporei aqui como usar elas para configurar rapidamente sua interface de rede.

Para configurar uma rede, você precisa de 4 elementos IP, máscara da rede, gateway e DNS.

Configuração automática

Se você souber esses dados é fácil, se não souber ou quiser detectá-los automaticamente você pode usar o comando:

# dhcpcd
ou
# dhcpcd ethX

(onde X é o número de sua interface de rede, caso você possua mais de uma placa de rede)

Configuração manual

Para configurar manualmente você precisa apenas dos comandos ifconfig (define as configurações da sua placa de rede) e route (controla o roteamento de pacotes, como os dados saem da sua rede).

Antes de mais nada, vamos ver se sua placa de rede foi reconhecida pelo Linux.

Para ver se sua placa está ativa digite:

# ifconfig

Para ver se o sistema a reconheceu:

# lspci
ou
# lsusb

(se sua placa for usb)

Procure pela palavra “Ethernet”, normalmente ou similar:

# ifconfig -a

Se o seu sistema detectou sua placa de rede, ela deve aparecer listada seja pelo lspci/lsusb ou ifconfig.

Para configurar a rede, vejamos a sintaxe dos comandos que usaremos e em seguida darei um exemplo prático.

ifconfig [identificador da placa de rede] [IP] netmask [IP mask] up

route add default gw [IP]

OBS: Existem outros meios para fazer tais operações de configuração com o route e o ifconfig, para isso leia o manual de tais comandos.

Exemplo prático

Vamos supor que eu tenha uma rede com 3 computadores, 1 sendo o gateway do meu sistema, que possui, claro, duas placas de rede.

IPs dos 3 computadores: 10.0.0.1 , 10.0.0.2, 10.0.0.3
Máscara: 255.255.0.0
DNS: 200.192.168.1
Gateway: 10.0.0.1

1° PC

No terminal como root:

# ifconfig eth0 10.0.0.3 netmask 255.255.0.0 up
# route add default gw 10.0.0.1

2° PC

No terminal como root:

# ifconfig eth0 10.0.0.2 netmask 255.255.0.0 up
# route add default gw 10.0.0.1

3° PC – Gateway com duas placas de rede

No terminal como root:

# ifconfig eth0 10.0.0.1 netmask 255.255.0.0 up
# ifconfig eth1 200.17.11.1 netmask 255.255.255.0 up

# route add default gw 10.0.0.1 eth0
# route add default gw 200.17.11.2 eth1

Por último, para configurar o DNS, edite o arquivo /etc/resolv.conf de cada máquina e preencha da seguinte maneira:

nameserver 200.192.168.1

Repare que você pode configurar infinitos DNS, tantos quantos queira 🙂

Para adicionar mais um por exemplo, só adicionamos 1 linha:

nameserver 200.192.168.1
nameserver 200.128.68.20

Muito bem? Espero que ninguém mais tenha dificuldades em configurar uma rede no Linux com isso 🙂

PS: Se você estava era querendo saber como configurar a rede via conexão discada com o modem no Linux e chegou aqui por acaso, um bom lugar para começar é linmodems.org. Lá há grande chances que você encontre o drive para seu modem por lá.

Grande abraço e boa sorte.

Fonte: VOL





Configurando a rede no Linux via linha de comando

18 06 2007

Autor: Rafael Siqueira Telles Vieira
 

Configurando a rede no Linux via linha de comando

Eu sempre tive dificuldade em configurar a rede no Linux, seja qual fosse a distribuição. Hoje já mais experiente, tenho alguns conhecimentos que poderiam ter sido muito úteis caso alguém tivesse me contado mais cedo.

Tentando ajudar você, que está arrancando os cabelos para configurar a rede no Linux, não fique careca ainda, pois aqui vão algumas dicas.

Configurando a Rede no Linux via linha de comando

Bem, seja qual for o ambiente gráfico que você use ou distribuição, existem comandos do próprio sistema GNU/Linux que são comuns a todas elas, deste modo exporei aqui como usar elas para configurar rapidamente sua interface de rede.

Para configurar uma rede, você precisa de 4 elementos IP, máscara da rede, gateway e DNS.

Configuração automática

Se você souber esses dados é fácil, se não souber ou quiser detectá-los automaticamente você pode usar o comando:

# dhcpcd
ou
# dhcpcd ethX

(onde X é o número de sua interface de rede, caso você possua mais de uma placa de rede)

Configuração manual

Para configurar manualmente você precisa apenas dos comandos ifconfig (define as configurações da sua placa de rede) e route (controla o roteamento de pacotes, como os dados saem da sua rede).

Antes de mais nada, vamos ver se sua placa de rede foi reconhecida pelo Linux.

Para ver se sua placa está ativa digite:

# ifconfig

Para ver se o sistema a reconheceu:

# lspci
ou
# lsusb

(se sua placa for usb)

Procure pela palavra “Ethernet”, normalmente ou similar:

# ifconfig -a

Se o seu sistema detectou sua placa de rede, ela deve aparecer listada seja pelo lspci/lsusb ou ifconfig.

Para configurar a rede, vejamos a sintaxe dos comandos que usaremos e em seguida darei um exemplo prático.

ifconfig [identificador da placa de rede] [IP] netmask [IP mask] up

route add default gw [IP]

OBS: Existem outros meios para fazer tais operações de configuração com o route e o ifconfig, para isso leia o manual de tais comandos.

Exemplo prático

Vamos supor que eu tenha uma rede com 3 computadores, 1 sendo o gateway do meu sistema, que possui, claro, duas placas de rede.

IPs dos 3 computadores: 10.0.0.1 , 10.0.0.2, 10.0.0.3
Máscara: 255.255.0.0
DNS: 200.192.168.1
Gateway: 10.0.0.1

1° PC

No terminal como root:

# ifconfig eth0 10.0.0.3 netmask 255.255.0.0 up
# route add default gw 10.0.0.1

2° PC

No terminal como root:

# ifconfig eth0 10.0.0.2 netmask 255.255.0.0 up
# route add default gw 10.0.0.1

3° PC – Gateway com duas placas de rede

No terminal como root:

# ifconfig eth0 10.0.0.1 netmask 255.255.0.0 up
# ifconfig eth1 200.17.11.1 netmask 255.255.255.0 up

# route add default gw 10.0.0.1 eth0
# route add default gw 200.17.11.2 eth1

Por último, para configurar o DNS, edite o arquivo /etc/resolv.conf de cada máquina e preencha da seguinte maneira:

nameserver 200.192.168.1

Repare que você pode configurar infinitos DNS, tantos quantos queira 🙂

Para adicionar mais um por exemplo, só adicionamos 1 linha:

nameserver 200.192.168.1
nameserver 200.128.68.20

Muito bem? Espero que ninguém mais tenha dificuldades em configurar uma rede no Linux com isso 🙂

PS: Se você estava era querendo saber como configurar a rede via conexão discada com o modem no Linux e chegou aqui por acaso, um bom lugar para começar é linmodems.org. Lá há grande chances que você encontre o drive para seu modem por lá.

Grande abraço e boa sorte.

Fonte: VOL





Linux Mint, um Ubuntu de Menta

11 06 2007



Linux Mint, um Ubuntu completo

-Epá, o Ubuntu tem aquelas cores assim pró castanho, ….não sei, não gosto…, além disso, se um gajo quiser usar o KDE em vez do Gnome, tem que o instalar à parte, não tá bem, né? E mais! Um gajo quer ouvir uns mp3, ver uns xvid, quer flashs e outras merdas assim, como faz? Ou instalo à unha, que é difícil ou instalo o “automagitix” ou lá como se diz e depois tenho de instalar o resto, o que é difícil na mesma! Ná, ná, Ubuntu não é para mim! Isso é para aqueles tipos que vivem prós computadores, pra mim não…

-Ok, já vi que és do tipo “não-tenho-vagar” também conhecido por tipo “preguiçoso”, e tenho a solução para ti! Imagina uma distro assim fácil de usar como o Ubuntu, baseada nos seus pacotes e repositórios podendo se dizer que é 98% Ubuntu! As cores castanhas foram substituídas pelas azuis, embora tenha o tema original do Ubuntu. Já vem com os codecs mp3, e essas coisinhas que não gostas de instalar, e tens ambos os ambientes: KDE e Gnome! E ainda vem com uns extras! Interessa? Se sim, eis o Linux Mint!

Fonte: Tux Vermelho





Linux Mint, um Ubuntu de Menta

11 06 2007



Linux Mint, um Ubuntu completo

-Epá, o Ubuntu tem aquelas cores assim pró castanho, ….não sei, não gosto…, além disso, se um gajo quiser usar o KDE em vez do Gnome, tem que o instalar à parte, não tá bem, né? E mais! Um gajo quer ouvir uns mp3, ver uns xvid, quer flashs e outras merdas assim, como faz? Ou instalo à unha, que é difícil ou instalo o “automagitix” ou lá como se diz e depois tenho de instalar o resto, o que é difícil na mesma! Ná, ná, Ubuntu não é para mim! Isso é para aqueles tipos que vivem prós computadores, pra mim não…

-Ok, já vi que és do tipo “não-tenho-vagar” também conhecido por tipo “preguiçoso”, e tenho a solução para ti! Imagina uma distro assim fácil de usar como o Ubuntu, baseada nos seus pacotes e repositórios podendo se dizer que é 98% Ubuntu! As cores castanhas foram substituídas pelas azuis, embora tenha o tema original do Ubuntu. Já vem com os codecs mp3, e essas coisinhas que não gostas de instalar, e tens ambos os ambientes: KDE e Gnome! E ainda vem com uns extras! Interessa? Se sim, eis o Linux Mint!

Fonte: Tux Vermelho