LOIRAS
9 07 2009Comentários : Leave a Comment »
Tags: Humor
Categorias : Humor
Glubble – Crianças Seguras com Firefox
29 06 2007Cada vez mais aumenta a preocupação dos pais quando tem filhos que usam a Internet, são imensos os perigos para as crianças. Este plugin para o navegador Firefox é uma mais-valia para reduzir as preocupações dos pais.
Glubble:
Crianças seguras com o FirefoxA Glaxter desenvolveu um software que, através de plug-ins no Firefox, contribui para que as crianças naveguem de forma segura na Web.
Chama-se Glubble (de global bubble) este novo software da Glaxter, criado com o objectivo de possibilitar aos pais um maior controlo do uso que os seus filhos fazem da Internet.
Trata-se essencialmente de um programa em que se coloca uma lista de sites pré-aprovados para cada browser, bem como o nome das pessoas com que as crianças podem falar.
Concebido para menores de 12 anos, esta extensão filtra também outros sites, mantendo os tipos de configurações pré-definidas para pais e filhos.
Pode-se, desde já, fazer o download grátis do Glubble, que contém uma versão do Google que indica apenas como resultados de procura os endereços de sites pré-aprovados.
Página: http://www.glubble.com/
Download Glubble: http://www.glubble.com/download/glubble.xpi
Download Firefox: https://www.mozilla.com/
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Categorias : Linux, Segurança, ubuntu
Tenis de Mesa – Outra Paixão
28 06 2007
)), um pedaço de contraplacado com uns 5 mm de espessura já a contar com a borracha de picos superfina. Mas com o tempo aprendi a jogar e a curtir largueiro o Tenis de Mesa. Depois de terminar a escola parei uns anos e voltei a jogar e recomendo como desporto e como forma de aliviar stress e ter agradáveis momentos de lazer.
FOTO: a minha raquete! É Brava!!!
乒乓球 (ping pang qiu) é o nome oficial na China e Taiwan.
卓球 (takkyu) é o nome oficial do esporte no Japão.
탁구 (Tak-ku) é o nome oficial do esporte na Coréia.
História
Três dos modernos jogos populares de raquete descendem diretamente do antigo jogo medieval de “Tênis”, que costumava ser jogado tanto ao ar livre quanto em espaços fechados. Todos nasceram e evoluíram na Inglaterra durante a Segunda metade do Século XIX: o Tênis de Campo, praticado com uma bola mais macia – Borracha coberta de felpo, em terrenos gramados; o Tênis de Mesa (do mesmo modo um passatempo social) em salas comuns; e Badminton, no qual usava-se uma peteca no lugar de uma bola. Todos os 3 são hoje em dia esportes atléticos que exigem rapidez e destreza.
As primeiras lembranças registradas do Tênis de Mesa revelam um jogo rude iniciado por estudantes universitários com livros dispostos no lugar de uma rede , e por militares que o praticavam com equipamentos improvisados no país e no exterior. A primeira menção de um catálogo de produtos esportivos é de F.H. Avres, 1884. A mais primitiva patente até agora encontrada em conexão com o jogo foi a no. 19.070 de 1891, de Charles Baxter de Moreton – in – the Marsh, Gloucestershire, England.
Raquetes podiam ser de madeira, papelão ou tripa animal, coberturas algumas vezes por cortiça, lixa ou tecido; bolas de cortiça ou borracha, redes de diferentes alturas, algumas vezes consistindo de apenas um simples fio; mesas em diferentes tamanhos, partidas com contagens de 10, ou 20, ou 100, saque com um quique inicial na metade da mesa do sacador (o atual sistema), ou diretamente na outra metade da mesa de encontro a um espaço limitado ou não, porém com a obrigatoriedade do sacador estar afastado da linha de fundo da mesa. Nunca figuravam menos de 4 tipos diferentes de duplas. E em qualquer caso, o que era virtualmente o mesmo tipo de jogo tinha muitos nomes.
Nesse mesmo séc. XIX, um corredor de maratonas inglês aposentado – James Gibb – voltou de uma viagem de negócios dos Estados Unidos com bolas de celulóide de brinquedo, que ele imaginou pudessem ser úteis para esse jogo em seu país. Ouvindo-as serem golpeadas por raquete oca, de cabo longo e feita de pergaminho (pele de carneiro), então popular, associou os sons produzidos pela bola na raquete com as palavras pingue-pongue, dando origem ao nome do jogo. Ele submeteu esse nome ao amigo-vizinho John Jaques fabricante de produtos de esporte de Groydon. Este registrou-o através do mundo (os direitos para “USA” foram mais tarde vendidos de Jaques para Parker Bros) e ajudado por esse feliz coloquialismo, o jogo passou a ser uma mania elegante na virada do século.
Tão rápido quanto cresceu ele morreu, e permaneceu quiescente na Grã Bretanha por 18 anos. O colapso talvez possa ser atribuído a várias causas: o grande número de sistemas de jogos rivais e supostos organizadores (nada menos de 14 livros de instruções são registrados no Catálogo da Biblioteca do Museu Britânico, que foram confeccionados neste curto período), uma certa monotonia do jogo quando jogado com equipamento inadequado e a invenção (em 1902) da borracha com pinos para a superfície da raquete, possibilitando tão grande efeito e velocidade que criou um enorme e imediato abismo entre experts e estreantes.
Um programa maior ocorreu na Europa Central. Em 1905/1910 o jogo foi introduzido em Viena e Budapeste por um representante de máquinas de escrever e futebolista amador – Edward Shires. Mesmo anteriormente (provavelmente em 1889) – implementos para jogar o Tênis de Mesa chegaram ao Japão, vindos da Grã Bretanha, o que resultou numa peculiar distribuição que durou, na China, Coréia e Hong-Kong, até final de 1920. Mas ambos transplantes vieram produzir sementes importantes em etapas posteriores da história.
O Renascimento foi iniciado na Inglaterra e em seguida no país de Gales. Em 1922, após a 1ª Guerra Mundial, J.J. Payne de Luton, um organizador dos velhos tempos, e Percival Bronfield de Beckenham, um campeão nacional inglês adolescente em 1904, seguidos por ª F. Carris de Machester, como também por outros veteranos e novatos ( o assinante dessa carta sendo um desses), formaram uma Associação de pingue-pongue mas, encontrando-se legalmente impedidos por uma marca registrada, dissolveram-se incontinenti e se reorganizaram no mesmo dia sob o velho nome do jogo. Eles redigiram cuidadosamente as regras do jogo, com o intuito de obter sua aceitação nacional por todos os adeptos, e estimularam a criação e venda de alto padrão de equipamentos. O sistema de duplas escolhido foi o que era praticado em outras épocas em Manchester. Quatro anos mais tarde as regras tiveram penetração e foram de boa vontade aceitas no exterior. O Código então tornou-se a base das regras internacionais, e o nome Tênis de mesa o oficial, quando a I.T.T.F. foi fundada em 1926. As modificações do jogo adotadas desde então têm sido: – A altura da rede de 6,34” por 6”. – A proibição do uso da mão livre para criar efeito no saque (uma invenção dos EUA nos anos de 1930). – A padronização parcial da raquete; a regra atual estabelece uma lâmina simples de madeira, ou coberta diretamente por uma borracha com pinos, ou por “sandwich” (uma camada de borracha de esponja por baixo dessa cobertura). – Uma regra de limite de tempo (adaptada a regra da U.S.T.T.A.), limitando a duração dos sets (21 pontos) em 15 minutos.
Com base nessas regras o diminuto espaço e tempo requeridos, em comparação com muitos outros esportes atléticos, o Tênis de Mesa em 76 tornou-se um esporte de massa, com 124 Associações filiadas à I.T.T.F., muitas delas com centenas de milhares de jogadores filiados (URRS e China: respectivamente, mais do que um milhão e mais do que 2 milhões).
Veja um exemplo duma magnifica jogada com Timo Boll:
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Categorias : Desporto, Tenis de Mesa
Tenis de Mesa – Outra Paixão
28 06 2007
)), um pedaço de contraplacado com uns 5 mm de espessura já a contar com a borracha de picos superfina. Mas com o tempo aprendi a jogar e a curtir largueiro o Tenis de Mesa. Depois de terminar a escola parei uns anos e voltei a jogar e recomendo como desporto e como forma de aliviar stress e ter agradáveis momentos de lazer.
FOTO: a minha raquete! É Brava!!!
乒乓球 (ping pang qiu) é o nome oficial na China e Taiwan.
卓球 (takkyu) é o nome oficial do esporte no Japão.
탁구 (Tak-ku) é o nome oficial do esporte na Coréia.
História
Três dos modernos jogos populares de raquete descendem diretamente do antigo jogo medieval de “Tênis”, que costumava ser jogado tanto ao ar livre quanto em espaços fechados. Todos nasceram e evoluíram na Inglaterra durante a Segunda metade do Século XIX: o Tênis de Campo, praticado com uma bola mais macia – Borracha coberta de felpo, em terrenos gramados; o Tênis de Mesa (do mesmo modo um passatempo social) em salas comuns; e Badminton, no qual usava-se uma peteca no lugar de uma bola. Todos os 3 são hoje em dia esportes atléticos que exigem rapidez e destreza.
As primeiras lembranças registradas do Tênis de Mesa revelam um jogo rude iniciado por estudantes universitários com livros dispostos no lugar de uma rede , e por militares que o praticavam com equipamentos improvisados no país e no exterior. A primeira menção de um catálogo de produtos esportivos é de F.H. Avres, 1884. A mais primitiva patente até agora encontrada em conexão com o jogo foi a no. 19.070 de 1891, de Charles Baxter de Moreton – in – the Marsh, Gloucestershire, England.
Raquetes podiam ser de madeira, papelão ou tripa animal, coberturas algumas vezes por cortiça, lixa ou tecido; bolas de cortiça ou borracha, redes de diferentes alturas, algumas vezes consistindo de apenas um simples fio; mesas em diferentes tamanhos, partidas com contagens de 10, ou 20, ou 100, saque com um quique inicial na metade da mesa do sacador (o atual sistema), ou diretamente na outra metade da mesa de encontro a um espaço limitado ou não, porém com a obrigatoriedade do sacador estar afastado da linha de fundo da mesa. Nunca figuravam menos de 4 tipos diferentes de duplas. E em qualquer caso, o que era virtualmente o mesmo tipo de jogo tinha muitos nomes.
Nesse mesmo séc. XIX, um corredor de maratonas inglês aposentado – James Gibb – voltou de uma viagem de negócios dos Estados Unidos com bolas de celulóide de brinquedo, que ele imaginou pudessem ser úteis para esse jogo em seu país. Ouvindo-as serem golpeadas por raquete oca, de cabo longo e feita de pergaminho (pele de carneiro), então popular, associou os sons produzidos pela bola na raquete com as palavras pingue-pongue, dando origem ao nome do jogo. Ele submeteu esse nome ao amigo-vizinho John Jaques fabricante de produtos de esporte de Groydon. Este registrou-o através do mundo (os direitos para “USA” foram mais tarde vendidos de Jaques para Parker Bros) e ajudado por esse feliz coloquialismo, o jogo passou a ser uma mania elegante na virada do século.
Tão rápido quanto cresceu ele morreu, e permaneceu quiescente na Grã Bretanha por 18 anos. O colapso talvez possa ser atribuído a várias causas: o grande número de sistemas de jogos rivais e supostos organizadores (nada menos de 14 livros de instruções são registrados no Catálogo da Biblioteca do Museu Britânico, que foram confeccionados neste curto período), uma certa monotonia do jogo quando jogado com equipamento inadequado e a invenção (em 1902) da borracha com pinos para a superfície da raquete, possibilitando tão grande efeito e velocidade que criou um enorme e imediato abismo entre experts e estreantes.
Um programa maior ocorreu na Europa Central. Em 1905/1910 o jogo foi introduzido em Viena e Budapeste por um representante de máquinas de escrever e futebolista amador – Edward Shires. Mesmo anteriormente (provavelmente em 1889) – implementos para jogar o Tênis de Mesa chegaram ao Japão, vindos da Grã Bretanha, o que resultou numa peculiar distribuição que durou, na China, Coréia e Hong-Kong, até final de 1920. Mas ambos transplantes vieram produzir sementes importantes em etapas posteriores da história.
O Renascimento foi iniciado na Inglaterra e em seguida no país de Gales. Em 1922, após a 1ª Guerra Mundial, J.J. Payne de Luton, um organizador dos velhos tempos, e Percival Bronfield de Beckenham, um campeão nacional inglês adolescente em 1904, seguidos por ª F. Carris de Machester, como também por outros veteranos e novatos ( o assinante dessa carta sendo um desses), formaram uma Associação de pingue-pongue mas, encontrando-se legalmente impedidos por uma marca registrada, dissolveram-se incontinenti e se reorganizaram no mesmo dia sob o velho nome do jogo. Eles redigiram cuidadosamente as regras do jogo, com o intuito de obter sua aceitação nacional por todos os adeptos, e estimularam a criação e venda de alto padrão de equipamentos. O sistema de duplas escolhido foi o que era praticado em outras épocas em Manchester. Quatro anos mais tarde as regras tiveram penetração e foram de boa vontade aceitas no exterior. O Código então tornou-se a base das regras internacionais, e o nome Tênis de mesa o oficial, quando a I.T.T.F. foi fundada em 1926. As modificações do jogo adotadas desde então têm sido: – A altura da rede de 6,34” por 6”. – A proibição do uso da mão livre para criar efeito no saque (uma invenção dos EUA nos anos de 1930). – A padronização parcial da raquete; a regra atual estabelece uma lâmina simples de madeira, ou coberta diretamente por uma borracha com pinos, ou por “sandwich” (uma camada de borracha de esponja por baixo dessa cobertura). – Uma regra de limite de tempo (adaptada a regra da U.S.T.T.A.), limitando a duração dos sets (21 pontos) em 15 minutos.
Com base nessas regras o diminuto espaço e tempo requeridos, em comparação com muitos outros esportes atléticos, o Tênis de Mesa em 76 tornou-se um esporte de massa, com 124 Associações filiadas à I.T.T.F., muitas delas com centenas de milhares de jogadores filiados (URRS e China: respectivamente, mais do que um milhão e mais do que 2 milhões).
Veja um exemplo duma magnifica jogada com Timo Boll:
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Categorias : Desporto, Tenis de Mesa
Instalar UbuntuStudio em Portátil tunning
27 06 2007
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Instalar UbuntuStudio em Portátil tunning
27 06 2007
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Aliviar a /home, para os utilizadores do Nautilus
25 06 2007
Encontrei mais uma excelente dica no Tux Vermelho e como me foi util partilho convosco:
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Categorias : Dicas, Linux, ubuntu
Aliviar a /home, para os utilizadores do Nautilus
25 06 2007
Encontrei mais uma excelente dica no Tux Vermelho e como me foi util partilho convosco:
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Os 11 mandamentos do BTT
19 06 2007
Como amante e praticante de BTT lembrei-me de publicar o meu primeiro post dedicado a este tema. Para os que pensavam que por aqui só havia informação sobre Tecnologia e mais especificamente sobre Linux e Ubuntu, aproveito para lembrar que neste blogue publico “tudo o que me der na telha”
Para começar deixo-vos algumas linhas de orientação filosófica associadas ao ciclismo de montanha a que alguém resolveu chamar de:
Os 11 mandamentos do BTT
1 – Ceder a passagem a outros transeuntes não motorizados.
2 – Abrandar à proximidade de pedestres e cavaleiros, ultrapassá-los com precaução após os haver prevenido.
3 – Controlar a velocidade nas passagens sem visibilidade.
4 – Circular nos trilhos para evitar destruir a vegetação sobretudo em Parques e Zona Protegidas e evitar passar sobre culturas.
5 – Passar à distância de animais selvagens e não enervar os domésticos.
6 – Jamais deitar detritos no solo. Conservá-los até ao próximo caixote de lixo. Advertir quem assim não proceda.
7 – Respeitar a propriedade privada e pública.
8 – Aprender a rolar em autonomia total. Preparar o seu itinerário, prover a sua alimentação, saber efectuar reparações.
9 – Nunca sair só para uma incursão em terreno desconhecido. Deixar informações acerca do seu itinerário aos que ficam.
10 – Saber, em todas as ocasiões, estar de forma discreta e amável.
11 – Usar o capacete a fim de se proteger, em todas as circunstâncias.
Boas pedaladas…
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Categorias : BTT, Desporto
Os 11 mandamentos do BTT
19 06 2007
Como amante e praticante de BTT lembrei-me de publicar o meu primeiro post dedicado a este tema. Para os que pensavam que por aqui só havia informação sobre Tecnologia e mais especificamente sobre Linux e Ubuntu, aproveito para lembrar que neste blogue publico “tudo o que me der na telha”
Para começar deixo-vos algumas linhas de orientação filosófica associadas ao ciclismo de montanha a que alguém resolveu chamar de:
Os 11 mandamentos do BTT
1 – Ceder a passagem a outros transeuntes não motorizados.
2 – Abrandar à proximidade de pedestres e cavaleiros, ultrapassá-los com precaução após os haver prevenido.
3 – Controlar a velocidade nas passagens sem visibilidade.
4 – Circular nos trilhos para evitar destruir a vegetação sobretudo em Parques e Zona Protegidas e evitar passar sobre culturas.
5 – Passar à distância de animais selvagens e não enervar os domésticos.
6 – Jamais deitar detritos no solo. Conservá-los até ao próximo caixote de lixo. Advertir quem assim não proceda.
7 – Respeitar a propriedade privada e pública.
8 – Aprender a rolar em autonomia total. Preparar o seu itinerário, prover a sua alimentação, saber efectuar reparações.
9 – Nunca sair só para uma incursão em terreno desconhecido. Deixar informações acerca do seu itinerário aos que ficam.
10 – Saber, em todas as ocasiões, estar de forma discreta e amável.
11 – Usar o capacete a fim de se proteger, em todas as circunstâncias.
Boas pedaladas…
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